O VÔO DA CEGONHA - A FÁBULA VOADORA
A cegonha voltara a ter saudades do seu lar. Mas como uma boa cidadã do mundo não entendia qual dos poisos daria uma boa base. Não uma base de copos de pa-lan-tei, (brandy em chinês falado), mas um lar. E como uma boa cegonha só sabia um roteiro. De Paris!
E de Paris bons ventos, pensava ela, para com os seus não-botões. Cerimoniosa dava a volta, sempre, pelo Canal da Mancha, ou não conhecia que na melhor rota cai a mancha desvairada.
Um rápido à-parte. O novel acordo luso-dinamarquês apontava um só caminho para a sorte. E tinha sido subscrito, em sobrescrito datado mas não assinado, na folha de gingeira.
(A ler em próximos capítulos).
Três estrelas encostadas a um embondeiro, àrvore sempre milenar nas histórias recentes, carteavam com umas folhas verdes, castanhas, vermelhas, num campeonato, inato, de futebol de balão. Bolas de balão atrevidas dançavam ao ritmo do hip hop hip hop hip hop.
(Continua, mas não sobrepôr à história fabular de há pouco. Até dentro em breve!)
4 Comments:
Como é fácil encontrarmos pedaços da nossa vida em fábulas tão voadoras quanto esta!!!
Gostei, voltarei mais vezes...
:)
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oi APiur...
Vim agradecer-te a tua visita lá ao meu sítio...
e dizer-te que gostei bastante do que aqui encontrei...vou voltar certamente...
espero ver-te no meu poiso mais vezes...
bjs
Olá! Venho agradecer e retribuir a visita que fez lá ao meu blog!
Gostei muito do seu!!!
Beijinhos e espero vê-lo por lá mais vezes.
Bom fim-de-semana***
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